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Pinguim-de-magalhães é resgatado após nadar ao lado de banhistas em praia de SP; VÍDEO

Pinguim é resgatado após aparecer entre banhistas em praia no litoral de SP Um pinguim-de-magalhães foi resgatado na Praia da Enseada, em Guarujá, no litora...

Pinguim-de-magalhães é resgatado após nadar ao lado de banhistas em praia de SP; VÍDEO
Pinguim-de-magalhães é resgatado após nadar ao lado de banhistas em praia de SP; VÍDEO (Foto: Reprodução)

Pinguim é resgatado após aparecer entre banhistas em praia no litoral de SP Um pinguim-de-magalhães foi resgatado na Praia da Enseada, em Guarujá, no litoral de São Paulo. Imagens que circulam nas redes sociais mostram o animal nadando ao lado de banhistas (assista acima). De acordo com o Instituto Gremar, responsável pelo resgate no último sábado (11), a ave foi mantida sob cuidados veterinários, sendo monitorada e avaliada. Não há informações oficiais sobre o retorno do animal à natureza. ✅ Clique aqui para seguir o novo canal do g1 Santos no WhatsApp. Especialista Segundo o biólogo Eric Comin, o pinguim-de-magalhães (Spheniscus magellanicus) é uma ave marinha de médio porte, conhecida por ser a espécie de pinguim mais comum a visitar o litoral brasileiro durante o inverno. "Diferentemente do que muitos pensam, eles não vivem no gelo da Antártida, mas sim em áreas temperadas da América do Sul", ressaltou. As aves vivem e formam seus ninhos na Patagônia (Argentina e Chile) e nas Ilhas Malvinas entre setembro e fevereiro. Já no inverno, entre maio e outubro, os pinguins migram para o norte seguindo correntes marítimas frias em busca de comida. Pinguim-de-magalhães é resagatado em praia de Guarujá. Reprodução/Redes Sociais Os pinguins-de-magalhães têm asas que funcionam como potentes nadadeiras, permitindo que eles nadem a velocidades de até 40 km/h e mergulhem a quase 90 metros de profundidade. Além disso, são animais monogâmicos, mantendo o mesmo parceiro por várias temporadas reprodutivas e dividindo o cuidado dos ovos e filhotes. O especialista afirmou que as aves que chegam ao Brasil são jovens. "Cerca de 83% dos pinguins que encalham nas praias brasileiras são jovens e estão em sua primeira viagem. Sem a experiência de navegação dos adultos, muitos se cansam excessivamente, sofrem com a escassez de alimentos provocada por mudanças climáticas ou se perdem da rota principal", explicou. Comin também deu orientações de segurança em caso de encontro com um pinguim na praia: Não coloque o animal no gelo. Ele está fugindo do frio e precisa ser mantido aquecido; Não force o retorno ao mar; Se ele saiu da água, é porque está exausto e precisa descansar; Não tente alimentar o animal. Dar comida de forma inadequada pode piorar o estado de saúde. Pinguim nada ao lado de banhistas em praia de Guarujá (SP) Reprodução VÍDEOS: g1 em 1 minuto Santos

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